12 hábitos das pessoas genuínas

1. Elas não tentam fazer com que outras pessoas sejam como elas

Pessoas genuínas são o que são. Elas sabem que algumas pessoas vão gostar delas, e outras não. E elas estão muito bem com isso. Não é que elas não se importam que outras pessoas não gostem delas, mas não deixam esse fato impedir que façam a coisa certa. Elas estão dispostas a tomar decisões impopulares e assumir posições impopulares, se for isso o que precisa ser feito.

Como as pessoas genuínas não são desesperadas por atenção, afirma Bradberry, elas não ficam se exibindo sempre. Elas sabem que quando falam de forma amigável, confiante, concisa e sem precisar mostrar que são importantes, os outros ficam mais interessados e atentos em ouvirem-nas. As pessoas genuínas são mais atraídas pela atitude certa, mesmo que esta não faça parte do consenso da maioria.

2. Elas não ficam julgando sempre

Segundo Bradberry, as pessoas genuínas têm mente aberta, o que as torna mais acessíveis e interessantes para os outros. Ninguém quer ter uma conversa com alguém de opiniões formadas e que não está disposto a ouvir. Ter uma mente aberta é fundamental em qualquer lugar, pois a acessibilidade significa abertura à novas ideias e ajuda.

Para eliminar (ou ao menos evitar) preconceitos e julgamentos, deve-se praticar a empatia: ver o mundo através dos olhos das outras pessoas. Essa habilidade crucial é tão socialmente difundida quanto essencialmente rara. Pessoas genuínas nem sempre acreditam ou toleram quaisquer comportamentos alheios; elas simplesmente param de julgar pelo tempo suficiente, durante o qual possam realmente entender o que se passa com os outros.

3. Elas forjam seu próprio caminho

Bradberry ressalta que as pessoas genuínas não derivam seu sentimento de prazer e satisfação das opiniões dos outros (embora isso possa parecer inviável). Elas costumam seguir suas próprias bússolas internas. Elas sabem quem são e não fingem ser outra pessoa. Sua direção vem de dentro, a partir de princípios e valores pessoais. Elas geralmente fazem o que acreditam ser o certo, e não estão seduzidas pelo fato de que alguém possa desaprovar suas ações.

4. Elas são generosas

Todos nós já lidamos com pessoas que preferem manter tudo para si mesmas: conhecimento, recursos e amores. As pessoas genuínas não são desse tipo. Elas compartilham e repartem suas coisas com os outros, quando percebem que senso de fraternidade e espírito de equipe podem contribuir decisivamente para o bem-estar comum. Elas acreditam que seu sucesso também pode ser derivado do sucesso alheio.

5. Elas tratam todos com respeito

Na opinião de Bradberry, as pessoas genuínas são invariavelmente educadas e respeitosas. Não importa o quão desagradáveis ou injustos os outros forem, elas não copiam esses maus comportamentos e mantêm seu nível de educação elevado. Elas tratam todos com respeito, porque sabem que não são melhores do que ninguém.

6. Elas não são motivadas por coisas materiais

Bradberry propõe que pessoas genuínas não precisam de luxos e extravagâncias a fim de se sentir melhor. Não que elas pensem ser errado sair para comprar novos produtos e demonstrar status; basicamente, elas não precisam fazer isso para ser mais felizes. Sua felicidade vem de dentro (direto da fonte), bem como dos prazeres mais simples, tais como amigos, família e um senso de propósito – que tornam a vida rica em sentido.

7. Elas são confiáveis

Como diz Bradberry, as pessoas gravitam para aquelas que são genuínas, porque estas são, em geral, mais confiáveis. É complicado gostar de alguém quando não se sabe quem realmente é ou como se sente. Se as pessoas genuínas assumem um compromisso, tratam de cumpri-lo. Quando elas prometem com sua palavra, é porque acreditam seriamente que ela seja proveniente da verdade.

8. Elas são resistentes à ofensa

As pessoas genuínas têm um forte senso de si mesmas ao ponto de não saírem por aí vendo ofensas onde não há. E também, afirma Bradberry, se alguém critica suas ideias, elas não tratam isso como uma ofensa pessoal. Elas evitam os impulsos de tirar conclusões precipitadas. Não planejam a vingança quando são insultadas. Em suma, elas são capazes de avaliar objetivamente feedbacks negativos e positivos, críticas construtivas e destrutivas, aceitar o que funciona ou não, colocar em prática e deixar o resto para trás, sem desenvolver ressentimentos.

9. Elas se comprometem totalmente em uma conversa

Pessoas genuínas não se rendem facilmente às distrações. Quando elas se comprometem em uma conversa, concentram toda sua energia nessa conversa. Elas descobrem que as conversas são mais agradáveis e eficazes quando se mergulha nelas. De acordo com Bradberry, as pessoas genuínas criam conexão e encontram profundidade mesmo em conversas curtas, todos os dias. Seu interesse genuíno em outras pessoas faz com que seja fácil para elas fazer boas perguntas e relacionar o que é dito para outras facetas importantes de quem está falando.

10. Elas não são movidas puramente por seus egos

Embora seja extremamente difícil de acreditar – e a grande maioria será cética em relação a isso –, as pessoas genuínas não tomam decisões baseadas em seus egos, acredita Bradberry, porque elas não precisam da admiração dos outros a fim de se sentir bem consigo mesmas. Da mesma forma, elas não procuram ser o centro das atenções e nem tentam levar o crédito pelas realizações de outras pessoas. Como o autor pontua, essas pessoas costumam fazer o que deve ser feito sem dizerem ou pensarem: “Ei, olhe para mim”.

11. Elas não são hipócritas

Assim como o décimo hábito acima descrito, este aqui é bem controverso. Na análise de Bradberry, entretanto, as pessoas genuínas praticam aquilo que pregam. Sem contradições. Elas não dizem uma coisa e fazem outra. Segundo o autor, isso se deve, em grande parte, à sua autoconsciência refinada. De fato, muitos hipócritas não reconhecem quando estão sendo hipócritas. São cegos para seus próprios deslizes. Pessoas genuínas, por outro lado, esforçam-se para redimir seus erros em primeiro lugar.

12. Elas não se gabam

Quem nunca conviveu com pessoas que passam o tempo inteiro se gabando, falando sobre si mesmas e enaltecendo intermitentemente suas realizações? Por que essas pessoas agem assim? Bradberry tem uma teoria: elas se gabam dessa forma porque são inseguras e preocupadas com a possibilidade de que, se não apontarem suas obras, ninguém irá notá-las. Pessoas genuínas são menos inseguras, e não precisam obter fama por seus feitos. Consequentemente, elas não se gabam. Na realidade, elas estão propriamente satisfeitas com suas realizações. Percebem que a valorização deve advir, primacialmente, de si mesmas, independente de quantas pessoas notem ou apreciem-nas.

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