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Castigo ou Karma?

15/12/2017

É muito comum ouvir pessoas dizendo que isso ou aquilo que acontece em suas vidas é um “castigo”, mas, que castigo seria esse?

Crescemos em uma cultura onde fazer algo “errado” é motivo para receber um castigo, mas, de onde vem esse castigo?

Quem ou o quê nos castigaria?

Quais são as regras para receber essa punição?

Essa ideia de castigo está impregnada em nossa cultura, levando-nos a crer desde pequenos que todo e qualquer erro é motivo para “Deus nos castigar” e isso é repetido de geração em geração, tornando-se uma crença hereditária.

Toda criança já ouviu isso, seja de seus familiares, vizinhos ou professores e por mais simples que isso pareça ser, essa crença limitante se impregna em cada indivíduo, tornando-o sem perceber, um ser que crê, de fato, que seus erros um dia voltarão de alguma forma como um castigo.

Uma das leis universais que regem o universo é a lei da Ação e Reação ou a lei do Karma. O que você plantar agora, um dia terá de colher!

Olhando por esse olhar mais amplo, vemos que não existe castigo e sim, colheita. Você colherá exatamente aquilo que plantou e essa lei é justa.

Observando a lei do Karma, veremos que ações geram reações e assim sendo, tudo que fazemos diariamente, mesmo que sem perceber, faz parte do plantio ou da colheita.

Certo dia, uma pessoa desconhecida lhe pediu ajuda e você, sem hesitar, ajudou-a. Mesmo sem conhecê-la, fez o que ela lhe pediu e fez isso sem pensar em retribuições, afinal, aquela pessoa era uma desconhecida. Tempos depois, você precisou de ajuda e alguém, também desconhecido, lhe ajudou, sem nem ao menos esperar retribuições, afinal, vocês também não se conheciam.

Certamente isso já lhe ocorreu diversas vezes ao longo de sua vida.

Noutra ocasião, você precisou de um reparo em algo eletro-eletrônico e levou a uma especializada. Lá chegando, recebeu bom atendimento e deixou o equipamento para ser analisado. Ao receber o retorno da especializada, descobriu que o problema era muito maior do que o esperado e mesmo assim, autorizou os devidos reparos e pagou por isso, sem questionar se era de fato esse o serviço necessário.

Dias depois, conversando com alguém que também entende do assunto, você descobre que o problema do seu equipamento era muito menor do que o informado e os custos para o conserto também eram menores.

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