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A espiritualidade deve devolver a vida e a alegria

06/07/2018

A espiritualidade é viva e dinâmica. Alegre, cheia de movimento. Não é uma coisa seca, fria, sem brilho. Não se baseia na dor, tristeza, angústia. O amor a Deus traz-nos felicidade, convida-nos a festejar. A espiritualidade exige respeito, mas também leveza.

O objetivo não é se submeter a uma disciplina cega e sem vida. Mas tornar o nosso coração mais leve. É muito possível evoluir com alegria e tranquilidade, embora nossas imperfeições e teimosias podem fazer o sofrimento necessário. Deus não pune, ensina.

Compreenda, os bons espíritos são felizes. É isso o que nos aguarda em nossa jornada. A vida superior não é um tédio, uma eterna e mecânica repetição sem história. Servir a Deus é ser protagonista de diferentes histórias.

Ser humilde não é sumir, rebaixar-se, desaparecer, autodepreciar-se. Não é esquecer a si mesmo. Jesus ensinou a amar o próximo como a si mesmo. Isto é, o amor a si mesmo é condição para o exercício da caridade.

O contato com a espiritualidade vem no sentido de reestabelecer a saúde em todos os sentidos, físico, mental, emocional, espiritual. Despertar o brilho interno, permitir que a luz divina se irradie por seu intermédio.

A espiritualidade desfaz ilusões e permite ao homem o conhecimento de sua verdadeira essência. Sendo este criado à imagem e semelhança de Deus, podemos concluir que sua essência é fonte de alegria, saúde, amor.

Por esta razão, diante da vida, devemos estabelecer uma atitude de gratidão. Considerá-la como um presente divino. Neste sentido, a espiritualidade vem estabelecendo novos valores, curando-nos da secura que o mundo nos impôs.

Vamos, portanto, limpar nossos corações e deixar a luz divina nele crescer. Sorrir, porque o Pai Maior é amoroso. Agradecê-lo, com suavidade, e festejar a vida.


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