Monge imortal de 1000 anos é encontrado dentro de estátua de Buda

Esta estátua tem quase 1000 anos e é originária da China. Ela representa o Buda sorridente. Este tipo de estátua ficou muito popular no mundo todo nos últimos anos. Mas este exemplar revela um fantástico segredo.
Para descobrir mais sobre essa fascinante estátua, os pesquisadores fizeram uma tomografia computadorizada. E o que descobriram dentro dela é algo que ninguém imaginava que fosse possível.
Dentro da estátua há o esqueleto de um monge budista, completamente preservado. Mas o que foi feito com ele é algo que os pesquisadores mal conseguem acreditar.
Ele foi provavelmente mumificado dentro da estátua através de um complexo procedimento. Entre outros passos, o procedimento envolve a ingestão de um chá venenoso e o sepultamento vivo da pessoa dentro de uma grande cova de pedra.
O monge continuou meditando dentro da cova para atingir iluminação. Ele respirou por um tubo e tocou um sino para sinalizar que ainda estava vivo. Quando o sino parou de tocar, ele permaneceu na tumba por mais 1000 dias. Este homem não era um monge qualquer, mas Liuqan, uma influente figura do budismo que viveu quase 1000 anos atrás.
Como ele era tão importante, os pesquisadores acreditam que ele tenha sido removido da tumba e colocado dentro da estátua. Os pesquisadores ficaram surpresos ao descobrir que seus órgãos internos foram removidos durante esse processo. No lugar deles, os pesquisadores encontraram pedaços de um pergaminho com misteriosos caracteres chineses. O significado ainda está sendo decodificado pelos pesquisadores.


Esse tipo de múmia não é rara no budismo. Em janeiro de 2015, por exemplo,arqueólogos encontraram um cadáver de um monge de 200 anos atrás em Ulan Bator, capital da Mongólia. Mesmo na morte, ele estava na posição de lótus e parecia estar dormindo serenamente.





Atualmente, budistas dizem que Liuquan e esse outro monge atingiram a iluminação através da meditação e por isso não estão mortos, mas em uma fase profunda da meditação. Se isso for verdade, precisamos perguntar para Liuquan o que ele acha do mundo de hoje, já que ele viajou da China à Europa até chegar ao Drents Museum, na Holanda. Provavelmente, ele não acha o mundo tão impressionante quanto nós achamos sua múmia. Compartilhe a história desse “monge imortal” com todos os seus amigos. E, se algum dia estiver dando uma passadinha pela Holanda, não deixe de conferir o sorriso de Liuquan pessoalmente.
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